Homem realizou ataque sozinho a igreja batista em Sutherland Springs e também morreu no ataque; motivações são desconhecidas até o momento.
Ao menos 27 pessoas morreram após um atirador disparar contra pessoas que estavam em uma igreja batista neste domingo (5) em Sutherland Springs, no Texas, região leste dos Estados Unidos. Um policial que está no local do ataque informou à rede CBS News que há ainda "entre 20 e 25 feridos" que foram encaminhados a hospitais da região.
Segundo as autoridades, os disparos foram realizados por apenas um homem, que ainda não foi identificado e também morreu no incidente. Ainda não se sabe as causas do tiroteio e não ficou claro se o autor dos disparos foi morto pela polícia do Texas ou se tirou a própria vida.
Sutherland Springs é uma pequena comunidade localizada a cerca de 50 quilômetros de San Antonio. O ataque ocorreu durante a celebração de uma missa na Primeira Igreja Batista, de orientação evangélica, por volta das 11h30 no horário local (15h30 no horário de Brasília).
O incidente deste domingo configura o ataque mais mortal da história do estado do Texas. De acordo com a rede americana ABC , a filha de um pastor da igreja, uma adolescente de 14 anos de idade, foi uma das pessoas mortas durante o tiroteio.
Em viagem pela Ásia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua conta no Twitter para prestar condolências às vítimas; "Deus esteja com o povo de Sutherland Springs, Texas. O FBI e as forças de segurança estão no local. Eu monitoro a situação a partir do Japão", escreveu.
O tiroteio deste domingo no Texas acontece pouco mais de um mês depois de Stephen Paddock ter matado 58 pessoas em um festival country em Las Vegas, disparando de seu quarto em um hotel cassino. O episódio reacendeu o debate sobre o acesso a armas de fogo nos Estados Unidos, tema que deve se manter na pauta do país após os disparos no Texas.
Fonte: IG
Uma equipe internacional de paleontólogos descobriu no sul da África pegadas fossilizadas de uma nova espécie de dinossauro carnívoro gigantesco, que viveu há 200 milhões de anos.
As pegadas são as maiores já encontradas de um terópode no continente africano.
A julgar por seu tamanho – 57 x 50 centímetros – o dinossauro deveria ter nove metros de comprimento por quase três metros de altura no nível do quadril, segundo os cientistas que descobriram as pegadas e cujo estudo foi publicado nesta quarta-feira (25) na revista "Plos One".
Este dinossauro tinha quatro vezes o tamanho de um leão, explicam os pesquisadores das universidades de Manchester, Cidade do Cabo e São Paulo.
A nova espécie, batizada de "Kayentapus ambrokholohali", pertence ao grupo dos mega-terópodes, gigantes bípedes como o Tiranossauro Rex (T. Rex), que viveu no continente americano e media cerca de doze metros.
As pegadas foram encontradas na antiga capa geológica em Lesoto. Esta zona está coberta de fissuras ocasionadas pela seca no solo, sinal da presença de um rio pré-histórico.
É a primeira prova da presença de gigantescos terópodes carnívoros neste ecossistema, dominado por uma variedade de dinossauros herbívoros, onívoros e carnívoros de tamanho muito menor, explicaram os pesquisadores.
Esta descoberta também é importante porque revela que estes gigantescos dinossauros já estavam presentes no Jurássico Inferior. Até o momento, os paleontólogos acreditavam que os dinossauros deste tipo no período eram menores, com entre três e cinco metros de comprimento.
Terópodes gigantes como el T. Rex surgiram apenas no Cretáceo, que começou há 145 milhões de anos, segundo fósseis e pegadas encontrados.
"Esta descoberta é o primeiro indício da presença de gigantescos dinossauros carnívoros no Jurássico Inferior em Gondwana, o continente pré-histórico meridional que logo se dividiu para formar a África e outras massas de terra", assinala Lara Sciscio, pesquisadora da Universidade da Cidade do Cabo.
Fonte: G1
Uma jovem de 22 anos está desaparecida desde a tarde desta quarta-feira (1º) depois de programar uma viagem com carona por um grupo de WhatsApp. Kelly Cristina Cadamuro saiu de Guapiaçu (SP) e iria para Itapagipe (MG).
A polícia está procurando pela jovem. Segundo parentes contaram à polícia, Kelly participa de um grupo de carona e tinha combinado de levar um casal para a cidade mineira. Na hora da viagem, a mulher desistiu e foi apenas o homem. Ela não conhecia esse rapaz.
O último contato que a moça fez com a família, ainda de acordo com a polícia, foi quando parou para abastecer o veículo em um posto de combustíveis na BR-153. Depois disso, a família diz que perdeu o contato com ela.
Câmeras do circuito de segurança de um pedágio em Minas Gerais mostram a moça passando pela praça de pedágio dirigindo. Logo depois, o carro volta, mas aí é um homem que está ao volante.
A polícia encontrou o carro da jovem abandonado e sem as quatro rodas, o rádio e o step em uma estrada rural entre São José do Rio Preto e Mirassol (SP). A moça ainda continua desaparecida e a polícia faz buscas pela região.
Fonte: G1
Por iniciativa própria e sem intermediários do governo brasileiro - ou cearense - a chinesa Goldwind, umas das gigantes do setor eólico mundial, vem prospectando negócios no Ceará desde o ano passado, segundo contou Bernardo Santana, sócio da BBMA Advogados e especialista no setor de energia. De acordo com ele, nos últimos meses, a empresa mirou em um projeto de cerca de R$ 2 bilhões localizado no Cariri cearense.
O empreendimento é um parque eólico de 267 megawatts (MW) que já conta com todo licenciamento devidamente aprovado e cuja participação no leilão de energia renovável de dezembro é certa. A negociação, no entanto, ainda não avançou, segundo Santana. "Ainda não chegou ao ponto de discutir se compraria tudo, se quero 70% ou 30% (de participação). Eles (os chineses) ainda estão analisando o risco, porque como não teve leilão para energia renovável no ano passado, muitos projetos ficaram acumulados, o que gerou muita oferta no mercado nacional", revela.
A entrada no Brasil como sócia de um parque eólico, segundo avalia Santana, daria margem para a Goldwind iniciar a venda dos primeiros aerogeradores no País e, assim, abrir caminho para a instalação completa no País.
Hoje, no mundo, ela disputa mercado com grandes players do setor eólico, e encerrou 2016 como a terceira maior produtora de turbinas eólicas do mundo, quase empatada com a norte-americana GE e atrás da líder, a dinamarquesa Vestas Windpower, que já possui uma unidade instalada no Ceará.
O advogado também conta que soube de encontros de representantes da Goldwind com o governo cearense, ainda no ano passado, na tentativa de instalar uma indústria de aerogeradores no Estado. No entanto, a investida no Ceará foi apenas mais uma entre inúmeras já executadas pela empresa em outros estados do Nordeste, como Bahia, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Pernambuco.
Santana conta ainda que os chineses tentaram assumir a unidade de turbinas eólicas da Impsa, em Pernambuco, após a falência da empresa argentina. De acordo com matéria publicada pela agência Reuters, a negociação visava a aquisição de 70% da Energimp, criada pela Impsa e o o fundo de investimentos do FGTS (FI-FGTS). O restante das ações envolvia ainda a chinesa Zhejiang Electric Power Construction Co. (ZEPC) para a construção de oito usinas eólicas cujas obras foram paralisadas.
De acordo com Santana, a tecnologia utilizada na unidade pernambucana era próxima da chinesa e isso viabilizaria o investimento. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), conforme diz a Reuters, o acordo foi negado pela Aneel.
Informações do mercado dão conta que a Goldwind analisa o mercado de energia brasileiro há pelo menos três anos. Movimento que coincidiu com a crise econômica, mas que não inibiu o interesse, principalmente, pelo aumento da participação da energia eólica na matriz de geração elétrica nacional.